O Governo angolano assegurou que a doença conhecida popularmente como “tala” pode ser tratada nos hospitais públicos do país, contrariando crenças de que se trata de um problema sem solução médica.
A garantia foi dada pelo secretário de Estado para a Área Hospitalar, Leonardo Inocêncio Europeu, que explicou existir uma causa cientificamente identificada para a patologia, também chamada de “mina tradicional”.
Segundo o responsável, os cidadãos devem procurar primeiro atendimento nas unidades sanitárias, independentemente das suspeitas ligadas a causas místicas ou tradicionais.
Leonardo Europeu afirmou ainda que o Executivo está a trabalhar na criação de centros especializados para o tratamento da doença, estruturas que deverão funcionar junto de hospitais públicos em várias regiões do país.
As autoridades de saúde reforçam o apelo à população para recorrer aos serviços médicos como primeira opção sempre que surgirem sintomas associados à “tala”.

