O Sindicato Nacional dos Professores (SINPROF) submeteu ao Ministério da Educação (MED) um novo caderno reivindicativo, onde constam preocupações centrais da classe docente em Angola.
O documento inclui exigências como a realização de um concurso público interno para o enquadramento dos professores conforme o seu perfil académico, a promoção dos docentes não abrangidos pelo memorando de entendimento e daqueles que ingressaram em 2017 e 2020, bem como o reajuste salarial.
Entre os pontos destacados, o SINPROF solicita o pagamento do subsídio de férias em folhas separadas e o décimo terceiro salário em parcela única. O sindicato reivindica ainda a adequação do tempo de promoção ao regime probatório, o pagamento do prémio de exame para quem exerce cargos de direcção, a atribuição de orçamento às escolas, a redução da carga lectiva para dirigentes sindicais, melhorias nas condições laborais, motivação para os professores com múltiplos horários e distribuição atempada de manuais escolares do ensino primário.
Segundo o secretário-geral do SINPROF, Admar Jinguma, este novo caderno resulta do VI Congresso Ordinário do sindicato, realizado em Outubro de 2024. Jinguma reforça que há compromissos dos acordos assinados com o Governo em 2021, 2022 e 2023 que continuam por cumprir, acusando o Ministério da Educação de incumprimento deliberado. O SINPROF espera agora que o Executivo resolva de forma efectiva todas as pendências e novas exigências apresentadas.
Via NJ