A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao STF autorização para que ele receba, três vezes por semana, sessões de neuromodulação conduzidas por psicólogo e neurocientista na unidade prisional Papudinha, em Brasília. O pedido foi enviado ao ministro Alexandre de Moraes, relator da execução penal relacionada à condenação de Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado.
Segundo a defesa, o tratamento já iniciado em abril de 2025 melhorou sono, ansiedade, depressão e crises de soluços, sendo necessário complementar a medicação atual. O método, não invasivo, é aplicado por clipes auriculares, e a defesa solicita que as sessões ocorram no fim do dia, respeitando normas de segurança.
Exames da Polícia Federal indicaram alterações neurológicas, após o ex-presidente sofrer traumatismo craniano leve em queda na cela.

