Cerca de 100 pessoas reuniram-se no Largo de São Paulo, em Luanda, para exigir justiça para a jovem Belma e defender penas mais severas para crimes sexuais. A marcha, prevista entre o Largo de São Paulo e o Largo das Heroínas, foi impedida pela Polícia Nacional, que alegou falta de autorização.
Os manifestantes exibiam cartazes contra a violência sexual e mantiveram uma concentração pacífica, mas não puderam avançar.
Os organizadores consideraram a atuação policial uma violação de direitos fundamentais e entregaram uma carta ao Governo Provincial de Luanda e ao comando da polícia, que se recusaram a recebê-la, deixando o documento no local.

